Colegas e superiores tem regras para dar auxílio a dependente

DA REPORTAGEM LOCAL

A maior dificuldade dos chefes quando têm na equipe um profissional dependente de álcool ou drogas é saber os limites. "Eles assumem uma responsabilidade grande. Quando não conhecem a melhor maneira de auxiliar, fingem não ver o problema. Dão folga ou mandam embora mais cedo", explica a psicóloga Dorit Wallach Verea, da Prisma, clínica de auxílio à implantação de programas de prevenção nas firmas.

A instrução, nesse caso, é que o chefe converse com o profissional e o encaminhe para um assistente social da empresa.

Os colegas devem adotar o mesmo procedimento. "Não é necessário contar ao superior."

Se a firma não tem uma área estruturada para atender o funcionário, é aconselhável que o profissional mais próximo dele o encaminhe a um local especializado, avalia o presidente do Iipdrog (Instituto Internacional de Prevenção às Drogas), Antonio Carlos Basilio.

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx18 de junho de 2006 - Folha de são Paulo

 

 

 


 
 
VOLTAR