O que é ser Hipomaníaco e como isso pode interferir nos negócios

Você já tinha ouvido falar na palavra hipomaníaco ou hipomania? Provavelmente, já conhece o termo “mania”, certo? Eles não são exatamente a mesma coisa, apesar de algumas semelhanças. É importante saber distingui-los.

Pode ser que você conheça um hipomaníaco e nem imagine. Ou pode ser que você mesmo esteja sofrendo com isso sem saber. De qualquer forma, leia este texto até o final para entender o que é ser hipomaníaco e ainda como isso pode interferir nos negócios.

O que é a hipomania?

Antes de explicarmos o que é a hipomania, é importante deixar claro o que é a mania.

A mania é conhecida como uma das fases do Transtorno Bipolar. Ela tem como características principais: a euforia intensa, a impulsividade, a energia descontrolada, agitação contínua, apetite sexual desregulado, agressividade, entre outras.

Por outro lado, podemos dizer que a hipomania é um tipo de distúrbio mais leve da mania. Seus sintomas podem ser parecidos (energia em excesso, impulsividade, impaciência, etc.), mas eles aparecem em níveis menores.

Quem sofre com o Transtorno Bipolar tem seu humor bruscamente alterado entre períodos de depressão, mania ou hipomania. Quando a bipolaridade alterna crises depressivas e maníacas, ela é chamada de Transtorno Bipolar 1 e quanto varia entre depressão e hipomania é conhecida por Transtorno Bipolar 2.

Mesmo assim, só porque uma pessoa é hipomaníaca não significa que ela seja bipolar. Por isso é importante procurar um psiquiatra para que ele te oriente sobre o seu caso em específico.

Quais são os principais sintomas da hipomania?

Como já mencionamos, os sintomas da hipomania são semelhantes aos da mania, só que em uma intensidade menor. Veja a seguir quais são:

  • Dificuldade de concentração;
  • Vontade incontrolável de falar sem parar;
  • Pouco sono (3 horas sendo o suficiente);
  • Pensamentos confusos;
  • Energia excessiva para qualquer coisinha;
  • Impulsividade;
  • Muita agitação;
  • Desinibição;

Cada episódio de hipomania costuma durar por volta de 1 semana. Apesar de não afetar tanto as relações profissionais e pessoais quanto a mania, a hipomania pode causar problemas no trabalho com relação às decisões precipitadas e aos investimentos arriscados.

Por se sentir mais otimista, livre e acima de tudo, o hipomaníaco é capaz de tomar atitudes que não tomaria se estivesse em seu estado mental normal. Ele pode faltar com respeito ao chefe, optar por soluções radicais, gastar dinheiro que não devia, entre outras coisas.

Como tratar a hipomania?

A psiquiatria e a psicologia andam de mãos dadas no que diz respeito ao tratamento para pessoas hipomaníacas ou bipolares.

Enquanto o psiquiatra pode receitar medicamentos que ajudem a aliviar os sintomas, o psicólogo busca compreender a fonte dessas emoções e a melhor forma de lidar com elas.

O ideal é ter consulta com os dois profissionais. Esses distúrbios podem não ter uma cura exata, mas certamente é possível viver, trabalhar e ter relações pessoais saudáveis mesmo com eles. Tudo depende da ajuda que você decidir buscar.

Viu como às vezes nós passamos por situações causadas por algo mais complexo do que a gente imaginou? Mostre este texto para seus conhecidos que irão se beneficiar com o conteúdo e entender mais essa condição.

Quando consultório e remédios psiquiátricos não são mais suficientes

A medicina no campo da saúde mental evoluiu muito nos últimos anos, trazendo novos e diversos meios de tratamento que dispensam a internação psiquiátrica e são muito mais eficientes do que ela, proporcionando uma abordagem mais humana e um prognóstico muito mais favorável ao paciente.
Novas técnicas terapêuticas, novos medicamentos e novas descobertas deixaram os antigos manicômios para trás e revolucionaram a forma como vemos e tratamos a nossa saúde mental.
Porém, há momentos em que uma intervenção mais incisiva ainda se faz necessária para garantir a integridade física do paciente e das pessoas à sua volta.
Isso porque há casos em que a perturbação mental pode afetar o doente de tal forma, que ele passe a representar um perigo para si e para a sociedade, fazendo com que um tratamento que vá além da terapia e dos medicamentos seja necessário.
Quando há o risco de suicídio, por exemplo, é preciso proteger o indivíduo até que a medicação e o tratamento terapêutico surtam efeito e ele recobre as suas funções mentais.
Mas a que modelo de tratamento recorrer? Será mesmo que a internação é a única saída para estes casos mais complexos?

Internação psiquiátrica como solução temporária

A partir do momento em que o paciente passa a representar um risco para si e para as pessoas ao seu redor, as conversas com um psicólogo e os medicamentos receitados pelo psiquiatra deixam de ser suficientes para garantir a sua integridade.
Surtos de psicose, a fase aguda do transtorno bipolar, demência e crises agudas de ansiedade e depressão demandam uma atenção especial que proporcione o ambiente e os meios necessários para tratar a pessoa e garantir a sua máxima recuperação.
Na internação psiquiátrica, o doente encontra o ambiente perfeito para se recuperar, contando com o apoio de profissionais especializados, uma equipe multidisciplinar e todo um aparato tecnológico e medicamentoso capaz de assegurar sua integridade e devolvê-lo à sociedade mais mentalmente sadio.
Esta internação, na grande maioria das vezes, é temporária, visando apenas a proteger o paciente de si próprio até que o momento agudo passe. Ou seja, não se trata de confinar o doente, usando técnicas inumanas de tratamento, como ocorria no passado.
Porém, a internação psiquiátrica, apesar de todos os seus benefícios, possui um grande ponto negativo. Ao internar o paciente, ele fica privado do convívio familiar e social, o que dificulta o tratamento e a posterior reinserção na sociedade.
Além disso, a família acaba tendo menos contato com o doente, passando também por um grande sofrimento e preocupação.

Hospital Dia: uma alternativa entre a internação e o tratamento convencional

E se fosse possível proporcionar ao paciente um tratamento mais intensivo, capaz de eliminar os riscos, mas sem a necessidade de interná-lo e privá-lo do convívio familiar e social? É justamente isso o que o Hospital Dia oferece.
Trata-se de um modelo de tratamento diferenciado, que acolhe o paciente durante doze horas todos os dias e o libera no final da tarde para ir para casa e passar a noite com a família.
Isso acaba com o principal ponto negativo da internação psiquiátrica, dando ao indivíduo a interação e o convívio necessários para que ele se desenvolva e se recupere mais rapidamente e, ao mesmo tempo, proporciona um cuidado intensivo, com profissionais especializados e equipes multidisciplinares.
Isso torna o tratamento menos pesado tanto para o paciente quanto para sua família, trazendo muitos benefícios para ambos, e tornando o Hospital Dia uma das melhores opções em termos de cuidados para pacientes psiquiátricos.

Síndrome do pânico: o medo de ter medo

Agorafobia ou o “medo de ter medo” é uma característica grave de uma fase complexa da Síndrome do Pânico, assim como um dos sentimentos mais comuns em quem sofre com essa doença.

A Síndrome do Pânico é um transtorno mental marcado pelo medo intenso. Em níveis mais graves, ela pode causar um pavor tão impactante que é capaz de impedir a pessoa de sair de casa ou ter qualquer relação social externa.

Isso ocorre porque o indivíduo evita se colocar em situações e ambientes que possam provocar novas crises de pânico. É aí que voltamos para o ciclo do “medo de ter medo”, pois a pessoa tem medo de sentir medo e consequentemente passar por outro episódio da crise.

Muitas vezes a Síndrome do Pânico vem acompanhada de outros transtornos, como a Fobia Social, a Ansiedade e a Depressão ou o Transtorno de Estresse Pós-Traumático.

Sintomas e causas

As crises de pânico podem vir caracterizadas por pelo menos quatro dos sintomas abaixo:

  • Transpiração excessiva;
  • Palpitações;
  • Náuseas;
  • Ondas de calor ou calafrios;
  • Falta de ar ou sufocamento;
  • Tremores;
  • Desrealização (perda do senso de realidade);
  • Tonturas ou confusões mentais;
  • Sensação de perda de controle;
  • Dormência ou formigamentos;
  • Medo de morrer.

Ainda não se pode dizer com certeza o que causa a Síndrome do Pânico. No entanto, é possível apontar alguns fatores de risco que são notados com frequência em quem passa pelas crises, como:

  • Disfunção biológica ligada aos neurotransmissores (substâncias químicas produzidas pelas células nervosas);
  • Situações traumáticas do passado;
  • Estilo de vida estressante;
  • Dependência química ou alcoólica;
  • Hereditariedade (apesar de ainda não ser um consenso entre especialistas).

Tratamentos

Os sintomas da Síndrome do Pânico merecem atenção, mesmo que sejam leves e iniciais. Eles não vão parar de acontecer. Na verdade, só vão piorar porque a pessoa terá ainda mais medo de que eles aconteçam novamente.

Procurar um tratamento psiquiátrico e psicológico é essencial para a melhora desse transtorno. Os profissionais ajudarão o indivíduo a entender o que se passa em sua mente, assim como o auxiliarão a controlar os sintomas para que se sinta melhor fora de casa.

Vale dizer que o suporte familiar é muito importante para esse tratamento. Com amigos e familiares apoiando cada melhora e cada passo, fica muito menos difícil seguir o caminho contra a Síndrome do Pânico.

Como evitar pensamentos negativos e catastróficos?

Já aconteceu de uma pessoa querida demorar para voltar para casa e você começar a ter pensamentos pessimistas sobre o que poderia ter acontecido a ela? Coisas como “será que teve um acidente?”, “será que ela foi assaltada?” ou “algo ruim deve ter ocorrido.”?

Esse tipo de pensamento pode ser comum, considerando a realidade em que vivemos. Entretanto, pensar constantemente coisas negativas e catastróficas pode prejudicar muito a sua qualidade de vida, gerando consequências físicas e mentais, como taquicardia, ataques de pânico e transtornos de ansiedade.

Segundo os psicólogos, pensamentos catastróficos são aqueles que imaginam eventos futuros terríveis que tenham a ver com sua família, seus planos, seu trabalho, suas economias, entre outras coisas importantes para você.

Ele pode ser uma junção de momentos do seu passado, do passado de outras pessoas ou até mesmo de notícias ruins na televisão e internet. É como se a sua mente esquecesse as possibilidades positivas e focasse apenas nas negativas.

Isso pode ser considerado como uma distorção mental da realidade, que te coloca em uma sensação contínua de ansiedade e/ou depressão, causando um mal-estar físico e podendo realmente atrapalhar seu o dia a dia.

É por isso que neste texto preparamos algumas dicas sobre como evitar pensamentos negativos e catastróficos para te ajudar a lidar com esse problema e fazer com que você viva melhor. Confira a seguir:

1 – Realize exercícios físicos

Cuidar do seu corpo, sem dúvidas, ajuda a sua mente. Além de ser excelente para a saúde e para o bom funcionamento do seu organismo, a prática de exercícios físicos também melhora o humor, aumenta a disposição e eleva as sensações de prazer.

Isso porque os exercícios ativam as produções de diversos neurotransmissores responsáveis por essas sensações, como a dopamina e a serotonina.

2 – Fique perto de coisas positivas

Ao invés de assistir àqueles programas sensacionalistas e violentos da televisão, por que você não vê uma série ou filme de comédia? Você pode ler livros engraçados, ouvir músicas felizes, conversar com pessoas alegres, brincar com seu pet, etc.

Procure sempre evitar situações e coisas negativas que possam ficar gravadas na sua mente. Concentre-se em absorver cada momento feliz que ocorre em seus dias, por menores que eles sejam.

3 – Anote tudo

Sempre que você tiver um pensamento negativo e catastrófico, pare, respire, pegue um caderninho (ou seu celular) e anote tudo o que você pensou. Depois de fazer isso, coloque os motivos pelos quais você acha que imaginou isso.

Em seguida, escreva alternativas melhores aos pensamentos negativos. Por exemplo, seu pensamento ruim diz que uma pessoa querida está demorando porque sofreu um acidente, mas a verdade é que há uma chance maior de ela simplesmente ter ficado presa no trânsito.

Ao anotar tudo, você verá que grande parte desses pensamentos são infundados e que você não precisa sofrer de ansiedade por algo incerto que provavelmente está longe de ser o que você acha.

4 – Procure um profissional

Profissionais como os psicólogos e psiquiatras existem para te ajudar a lidar ainda melhor com esse problema. Eles sabem os métodos ideais para descobrir a razão das agonias e como tratá-las corretamente.

Não tenha medo de procurar um terapeuta ou um médico (ou os dois), pois eles podem ser a ajuda que está faltando para você se livrar de vez dos pensamentos negativos e catastróficos.

Você passa por isso? Conhece alguém que passa? Esperamos que essas dicas ajudem!

Como a ansiedade pode levar à compulsão?

A compulsão por jogos, drogas, alimentos entre outros afeta a vida das pessoas em todas as áreas. Isso porque ela pode afetar negativamente o desempenho profissional e estudantil, as relações pessoais e a qualidade de vida.
A compulsão se caracteriza pelo descontrole. As coisas simples do cotidiano como um drink, um jantar ou uma atividade para relaxar podem se tornar um transtorno quando as pessoas não conseguem parar.
Muitas dessas situações experimentadas por inúmeras pessoas podem estar associadas à ansiedade. Quer entender melhor como isso acontece? Siga lendo.

O que é a ansiedade?

A princípio, ela é um sentimento normal atribuído geralmente a uma situação angustiante ou temida, mas que em algumas pessoas pode se tornar um transtorno. Os ansiosos são pessoas extremamente preocupadas e temem que as coisas não ocorram como eles desejam.
Em doses normais, a ansiedade nos impulsiona e nos faz manter o foco em determinadas questões, como uma prova ou um trabalho que precisa ser feito.
É normal tentar ter algum controle sobre as situações. Para isso planejamos, nos informamos e pesquisamos, além de empregar esforços e energia para que as coisas funcionem como gostaríamos.
As pessoas ansiosas vão, além disso: elas não relaxam depois que fizeram o que estava ao alcance delas para direcionar os acontecimentos. Vivem em constante tensão o que pode levar a inúmeros problemas, inclusive a compulsão.
No próximo tópico vamos esclarecer por que o ansioso pode se tornar compulsivo.

Ansiedade e compulsão

O descontrole ocorre porque o ansioso tenta aliviar a tensão buscando algum prazer ou conforto na comida, na bebida, nos jogos ou em outras substancias ou atividades. O problema é quando isso ocorre com alguma regularidade ou até mesmo se torna um hábito.
Na tentativa de resolver um distúrbio, pode-se gerar problemas bem maiores. Apesar de ter sucesso no objetivo inicial, que era aliviar a tensão, essa forma de conduta traz muitos prejuízos e com certeza não é eficiente.
Diante dos transtornos gerados pelos hábitos compulsivos, o paciente se sente infeliz. O mal-estar ocorre devido à repetição de comportamentos que ele estava tentando evitar.
Isso acaba resultando em mais tensão e pode criar um círculo vicioso. Veja a seguir os riscos que acompanham o transtorno de ansiedade.

Procure ajuda

Os transtornos de ansiedade, se não tratados, podem gerar outros distúrbios como: transtorno obsessivo compulsivo (TOC), síndrome do pânico e fobias.
Quando alguém abusa do álcool das drogas ou da comida, as pessoas logo percebem que algo não está bem. Porém, outros comportamentos podem, a princípio serem recebidos com entusiasmo e muitas vezes as pessoas demoram a perceber que algo está errado.
Nesse grupo se encontram os workholics, as pessoas com mania de limpeza e os que exageram nas atividades físicas. Porém mais cedo ou mais tarde o aspecto nocivo da compulsão se torna inegável e os danos na vida da pessoa são evidentes.

Na vida, alguns problemas se resolvem sozinhos, outros nós mesmos resolvemos com algum esforço. Porém, existem aqueles que precisam de assistência especializada e a demora em aceitar que precisamos de ajuda só vai nos fazer sofrer e causar mais danos à saúde. Por isso, procure atendimento especializado o quanto antes, o que beneficiará muito a sua qualidade de vida.

Tipos de depressão e seus respectivos tratamentos

A depressão é um distúrbio que tem afetado milhares de pessoas pelo mundo, conforme divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Muitos acreditam, de forma equivocada, que o seu único sintoma é a reclusão.
Para que não haja um agravamento da doença, é necessário acompanhamento médico. Saiba mais sobre esta doença que está na lista das mais incapacitantes do século 21 neste post.

Como identificar a depressão?
A depressão costuma apresentar alguns sintomas, sendo os mais comuns:

  • Pessimismo
  • Angústia
  • Ansiedade
  • Apatia
  • Dificuldade para se concentrar
  • Esquecimento
  • Falta de motivação
  • Falta de vontade em fazer atividades prazerosas
  • Indecisão
  • Insegurança
  • Insônia
  • Irritabilidade
  • Medos que antes não existiam
  • Perda ou ganho de apetite
  • Raciocínio lento
  • Sensação de vazio

Caso você esteja sentindo alguns destes sintomas frequentemente não hesite em procurar um médico para ter o diagnóstico correto.

Os tipos de depressão
Existem vários tipos de depressão.  Abaixo, falaremos sobre os mais comuns:

1 – Episódio depressivo
É caracterizado como um episódio depressivo aquele que apresenta alguns sintomas e que dura menos de seis meses.
Os sintomas mais comuns do episódio depressivo são: alteração do apetite, falta de prazer, ausência de iniciativa, falta de energia, lentificação motora, pensamento lento, alteração do sono.

2 – Transtorno depressivo maior
O transtorno depressivo maior apresenta os sintomas anteriormente citados, porém eles costumam durar mais de seis meses. Além de ser considerado algo mais grave, também pode haver relação com a genética.
Algumas pesquisas apontam que quem tem entes queridos que apresentam o problema tem até 40% mais chances de desenvolvê-lo.

3 – Depressão bipolar
As pessoas que possuem transtorno bipolar apresentam, às vezes, fases de depressão. Podem surgir sintomas como obsessão com assuntos determinados, ocupação com atividades diversas, agitação, hiperatividade, aumento da impulsividade, desatenção e aumento de energia.

4 – Distimia
A distimia costuma durar dois ou mais anos. A pessoa perde o interesse pelas atividades comuns do seu cotidiano, tem pouca produtividade, baixa estima, entre outros sintomas.
Normalmente estas pessoas são críticas em excesso, reclamam constantemente e não se divertem.

5 – Depressão atípica
As pessoas com depressão atípica são melancólicas e costumam ter pensamentos de morte e de inutilidade. Além disso, apresentam cansaço incomum, excesso de sono, falta de energia e humor apático.

 6 – Depressão sazonal
A depressão sazonal é aquela que surge em épocas do ano, como no inverno, festas de final de ano, entre outros.

7 – Depressão pós-parto
Muitas mães apresentam alterações de humor, assim como crises de choro, porém há aquelas que permanecem neste estado por mais tempo e os sintomas são mais intensos, originando a depressão pós-parto.

8 – Depressão psicótica
Na depressão psicótica, a pessoa, além dos sintomas comuns, também apresenta alucinações e delírios. É um tipo de depressão considerado grave, porém é mais raro, podendo ser desenvolvido por qualquer um, inclusive, por aqueles que não tenham histórico de psicoses na família.

Tratamento para a depressão
Para iniciar o tratamento, é necessário que o médico faça uma avaliação rigorosa para propor aquele que seja mais adequado para o caso.
Os medicamentos utilizados no tratamento da depressão não são considerados como drogas, apesar de muitas pessoas entenderem assim. O tempo de duração do tratamento dependerá de cada paciente, podendo levar alguns anos ou a vida inteira.
Infelizmente, a utilização dos medicamentos e/ou a realização de terapias não curam a doença e tampouco previnem o surgimento de novos episódios, porém ajudam o paciente a lidar com este estado.

Se você acha que está depressivo, não deixe para depois, agende agora mesmo uma consulta médica, para evitar o agravamento do problema.

Transtorno Bipolar: características e tratamentos

O transtorno bipolar é uma doença que interfere de forma significativa nos sentimentos das pessoas, no seu modo de agir e até mesmo na forma como elas se relacionam com os outros. O distúrbio de humor faz parte dos sintomas a serem observados.

É comum que tenhamos oscilações de humor, nos sintamos tristes e desanimados um dia, enquanto em outro estejamos mais animados e otimistas. Isso faz parte da vida!

Porém, no transtorno bipolar, essas alterações podem durar muito tempo e acontecerem de forma constante e progressiva, sendo mais intensas. Continue lendo esse post e você saberá mais sobre a doença, aprendendo a identificar os sintomas, quando necessário.

Características do transtorno bipolar

Existem duas fases predominantes no transtorno bipolar: a depressão e a mania. A alternância entre uma fase e outra é a característica principal da bipolaridade.

No início, a pessoa pode passar por um quadro chamado hipomania, no qual os sintomas aparecem de forma mais leve. O indivíduo se sente mais funcional e com mais energia, tendo uma necessidade menor de descanso, podendo dormir por pouco tempo e não ser afetado.

Mas, esse quadro não se sustenta por muito tempo, evoluindo para o estágio de mania ou de depressão, os quais podem ir se alternado e prejudicando a qualidade de vida da pessoa até que ela busque tratamento.

Veja os principais sintomas da fase de mania bipolar:

  • Euforia em excesso;
  • Agitação
  • Inquietude;
  • Mania de grandeza;
  • Alterações no comportamento sexual;
  • Pensamentos acelerados;
  • Delírios, alucinações, agressividade (em casos mais graves).

Sintomas da depressão bipolar

Agora confira os sintomas apresentados quando a pessoa entra na fase da depressão:

  • Indisposição;
  • Tristeza;
  • Lentidão;
  • Irritabilidade;
  • Ansiedade;
  • Perda de interesse e prazer por fazer atividades de que gosta;
  • Desânimo persistente;

Possíveis causas de transtorno bipolar

A causa exata da doença ainda é desconhecida, mas existem diversos fatores que influenciam seu desenvolvimento e estão ligados às oscilações de humor. Confira:

  • Genética: pelo menos até 80 por cento dos casos podem ter ligações com fatores genéticos.
  • Mecanismos neuronais: alterações nos neurotransmissores também são fatores relevantes que podem ajudar a desenvolver a doença.
  • Eventos ambientais: perdas, abusos, estresse e experiências traumáticas também aumentam os riscos de ter o problema.

Tratamentos para transtorno bipolar

Ainda não existe uma cura para doença, mas, através do tratamento contínuo, a pessoa pode levar uma vida normal.

O tratamento para transtorno bipolar é realizado através de medicação. São usados remédios chamados de estabilizadores de humor, cujo objetivo é impedir que o paciente evolua para um estado de euforia e mania ou para um quadro de depressão profunda.

Antipsicóticos e antidepressivos podem ser descritos, se o profissional responsável considerar necessário. O tratamento é recomendado não só para tratar crises atuais, mas para prevenir novos episódios.

O acompanhamento de um médico psiquiatra é fundamental, além dos medicamentos e da psicoterapia.

O transtorno bipolar é frequentemente confundido com outras doenças, devido aos sintomas serem similares. Portanto, é importante escolher um profissional qualificado e experiente para que seja dado o diagnóstico correto.

Deixe aqui seu comentário ou dúvidas sobre o assunto.

Bipolaridade tem cura? A resistência do bipolar em se tratar

O Transtorno Afetivo Bipolar é um sério problema de saúde mental que atinge cerca de 8% da população mundial e possui números elevados aqui no Brasil.
Caracterizado pela alternância entre períodos de euforia e períodos depressivos, ele é uma das principais causas de suicídio no mundo e precisa de tratamento multidisciplinar.
Mas, apesar disso, grande parte das pessoas que sofrem com este mal sequer sabem que o possuem. De fato, a maior parte dos pacientes com transtorno bipolar leva até 10 anos para descobrir a doença e, quando isso acontece, ainda resistem a procurar tratamento.
A bipolaridade possui sintomas muito característicos de outros problemas mentais como depressão e a ansiedade, dificultando o diagnóstico que, na maioria das vezes, é feito de forma errônea por parte dos profissionais de saúde.
E, quando se diagnostica corretamente, grande parte dos pacientes já aprendeu a conviver com o problema e não acha que possua algo que requeira tratamento, o que é uma conduta extremamente perigosa, pois só o tratamento adequado pode garantir uma vida normal a quem sofre com bipolaridade.
Este tratamento, inclusive, dura a vida inteira. É exatamente sobre este assunto que falaremos no próximo tópico.

Bipolaridade tem cura?

Ao todo, existem 4 tipos de bipolaridade:

  1. O Transtorno Bipolar Tipo 1, caracterizado por períodos de mania que duram, no mínimo, 7 dias e fases depressivas que podem se estender por duas semanas a até vários meses;
  2. O Transtorno Bipolar Tipo 2, em que há uma alternância entre momentos de depressão e de hipomania;
  3. O Transtorno Bipolar não especificado ou misto, com sintomas que sugerem a bipolaridade, mas não se encaixam nas alternativas anteriores;
  4. E o Transtorno Bipolar Ciclotímico, tipo mais leve de todos, com sintomas brandos em ambos os períodos.

Nenhum destes tipos tem cura, sendo necessário um tratamento durante toda a vida do paciente para garantir que os sintomas não tragam tantos prejuízos e ele consiga desempenhar as suas atividades normalmente.
O tratamento, por sua vez, é multidisciplinar e precisa ser seguido à risca para que seja eficiente, como veremos a seguir.

O tratamento

O tratamento do transtorno bipolar alia medicamentos, terapia e mudanças no estilo de vida, visando a proporcionar uma abordagem multidisciplinar que trabalhe o paciente como um todo e lhe garanta uma vida normal.
Entre as mudanças exigidas estão o fim do consumo de substâncias psicoativas, como cafeína, álcool, anfetamina, cocaína e outras drogas ilícitas, a busca por uma alimentação mais saudável, a prática de atividades físicas e a diminuição dos níveis de estresse.
Os medicamentos são prescritos com base no tipo de bipolaridade de cada paciente e a terapia visa a trabalhar as dificuldades impostas pela doença e como o paciente pode superá-las.
Assim, aliando medicamentos, a uma vida saudável e suporte terapêutico, o tratamento para o transtorno bipolar consegue oferecer uma vida normal ao paciente. O grande problema é que, mesmo assim, muitas pessoas resistem a procurar tratamento.

A resistência do bipolar e como convencê-lo a se tratar

A dificuldade em se chegar a um diagnóstico e os sintomas mais brandos de alguns dos tipos de bipolaridade acabam fazendo com que boa parte das pessoas que sofrem com o problema resistam a procurar tratamento.
Isso ainda é agravado pelo fato de que as pessoas que sofrem com transtorno bipolar, boa parte das vezes, não veem problemas em seus comportamentos inadequados, reforçando a ideia de que elas não há algo a ser tratado.
Isso é extremamente perigoso, pois os sintomas da bipolaridade são bastante imprevisíveis e podem causar sérios danos à vida do indivíduo, podendo, inclusive, levar ao suicídio nos períodos depressivos e a comportamentos perigosos nos períodos de mania.
Por isso, é preciso que os familiares procurem fazer os indivíduos que sofrem com a bipolaridade enxergarem que sim, que há algo de errado com eles e que o tratamento é necessário.

A cirurgia de redução do estômago pode levar a depressão, bulimia, anorexia e alcoolismo, entre outras doenças psiquiátricas

Ao longo dos últimos dez anos, quadruplicou o número de obesos mórbidos no Brasil. Com 45 quilos ou mais além do limite recomendável para o seu biotipo, 2 milhões de homens e mulheres estão naquele estágio em que a gordura pode causar complicações que levam à morte. Nesses casos, emagrecer é urgente e o método mais rápido e eficaz para eliminar quantidades tão grandes de tecido adiposo é a cirurgia bariátrica – a fim de limitar a ingestão e a absorção de alimentos pelo organismo do paciente, os médicos reduzem drasticamente o tamanho do estômago. Trazida para o Brasil no fim da década de 70, a cirurgia bariátrica começou a ser realizada em maior escala a partir de 2000, quando alguns seguros particulares e a rede pública de saúde passaram a pagar os custos do procedimento. Hoje, o país só perde para os Estados Unidos em número de procedimentos desse tipo. Todos os anos, 15.000 brasileiros têm o estômago diminuído. O efeito costuma ser impressionante. Passado um ano da operação, perdem-se, em média, 40% do peso inicial. Muitos pacientes continuam gordos, mas todos saem do patamar da obesidade mórbida. A redução do estômago é uma cirurgia de alta complexidade e, como tal, implica perigos. Um deles é a obstrução do intestino dias depois do procedimento. Há, porém, um tipo de complicação pós-operatória que não se relaciona ao ato cirúrgico em si – e sobre o qual pouco se fala. São os transtornos psiquiátricos. Para cerca de 20% dos operados, a conquista da magreza leva a depressão, bulimia, anorexia, alcoolismo, dependência de drogas ou compulsão por jogo, compras ou sexo.

Poucas intervenções são tão radicais quanto as cirurgias de emagrecimento. O estômago reduzido perde até 90% de sua capacidade de absorção. O paciente, antes habituado a consumir até 1 quilo de comida por refeição, vê-se obrigado a satisfazer-se com 100, no máximo 200, gramas, e a voracidade precisa ser substituída pela paciência de mastigar dezenas de vezes uma única garfada. Comer em excesso ou demasiadamente rápido causa um tremendo mal-estar, cujos sintomas vão de náuseas e vômito a taquicardia, engasgos e fraqueza. Um estômago menor requer, assim, disciplina física e reorientação psicológica. O operado tem de aprender a viver e pensar como magro, o que não é fácil. Por esse motivo, diferentemente do que muita gente imagina, o tratamento cirúrgico da obesidade não se encerra com a alta hospitalar. “Esses pacientes requerem acompanhamento para o resto da vida”, diz o cirurgião Arthur Garrido, professor da Universidade de São Paulo e pioneiro no Brasil das operações bariátricas. Sem o monitoramento de uma equipe de especialistas, aumentam os riscos de manifestação de transtornos psiquiátricos.

Grande parte dos obesos sofre de compulsão por comida. Submetidos à cirurgia bariátrica, eles não podem mais comer como antes, mas continuam compulsivos – o que faz com que desenvolvam outros distúrbios afins, num processo de compensação. A substituição de uma compulsão por outra é resultado da conjunção de dois fatores. O primeiro deles é de ordem orgânica. Nesses pacientes, a resposta do estômago à ação do hormônio da saciedade é tímida. Além disso, eles são mais suscetíveis ao hormônio da fome (veja quadro). Ou seja, naturalmente sentem mais apetite e têm mais dificuldade para se fartar do que os magros. Os obesos compulsivos por comida sofrem ainda de outro descompasso na química cerebral. Eles produzem poucas quantidades de dopamina e serotonina, substâncias associadas à sensação de bem-estar, determinantes na cadeia de comando cerebral que estabelece o momento de parar de ingerir alimentos por prazer. O resultado disso é que, por mais que comam, nunca estão satisfeitos. Somam-se a esse desequilíbrio neuroquímico fatores psicológicos que fazem com que a comida sirva como válvula de escape para a falta de auto-estima que acomete os obesos. Instala-se, então, um círculo vicioso. “Quando essas pessoas são privadas da comida, por causa da cirurgia, elas buscam novas formas para satisfazer suas carências psicológicas”, diz Marlene Monteiro da Silva, psicóloga do Hospital das Clínicas de São Paulo. A dona-de-casa Ana Lúcia Reis dos Santos, de 42 anos, trocou a comida pelas compras. Em 2002, com 115 quilos em 1,62 metro, ela submeteu-se à operação de redução do estômago. Um ano depois, 50 quilos mais leve, quando começou a refazer o seu guarda-roupa, Ana Lúcia se deu conta de que, apesar da silhueta alinhada, continuava doente. “Eu fazia compras com a mesma voracidade e aflição com que comia”, lembra. Com psicoterapia e antidepressivos, Ana Lúcia acredita que, em breve, será uma mulher magra com uma conta bancária mais gorda.

As mudanças de hábitos impostas pela redução do estômago podem ser tão penosas que alguns pacientes pedem que a cirurgia seja desfeita – o que nem sempre é possível. Outros criam estratégias para driblar as limitações impostas pelo estômago reduzido e saciar a vontade de comer. A maioria escolhe o leite condensado – que é pastoso, calórico, sacia rapidamente e pode ser digerido com facilidade. Os compulsivos, evidentemente, tomam litros por dia. O comerciante J.S., de 42 anos, enveredou por um caminho mais perigoso. Submetido à cirurgia bariátrica em 1997, um ano depois ele começou a beber. Em pouco tempo, transformou-se num alcoólatra e praticamente parou de comer. Com 1,92 metro de altura, chegou a pesar 78 quilos – 112 menos do que quando foi para a mesa de operação. Com problemas hepáticos e conflitos no casamento por causa da bebida, há um mês ele decidiu finalmente procurar ajuda. Está em tratamento com um psicólogo e um psiquiatra. “Ainda não sei o que é pior: se a obesidade ou o alcoolismo”, diz, com a voz embargada. Os arquivos dos principais hospitais e clínicas especializadas em cirurgia bariátrica guardam dramas ainda piores. Há vários casos de pacientes que, em profunda depressão, cometeram suicídio.

Os transtornos psiquiátricos costumam se manifestar entre o primeiro e o terceiro ano subseqüentes à redução do estômago. É quando, passado o entusiasmo com a nova silhueta, os ex-obesos têm de confrontar as limitações que serão para toda a vida. Nesse momento é que, na falta de apoio, o compulsivo volta a manifestar sua doença. A produtora Alessandra Cucatti Sarilho, hoje com 21 anos, tinha 145 quilos acumulados em 1,65 metro de altura quando fez a redução do estômago, em 2001. A euforia com o novo corpo durou dois anos. Depois disso, Alessandra desabou. “Passei a sentir aquela tristeza dos tempos em que eu era gorda”, diz. Ela, então, voltou a comer vorazmente, o que lhe causava mal-estar e culpa. A trilha estava aberta para que se tornasse uma bulímica.

Alguns psiquiatras defendem a tese de que as operações bariátricas podem favorecer o surgimento de transtornos alimentares que merecem ser estudados com mais cuidado, apesar de sua semelhança com distúrbios conhecidos. Na anorexia clássica, o doente não come porque se vê mais gordo do que realmente é. Na bulimia tradicional, ele come, mas procura se livrar da comida induzindo o vômito ou tomando laxantes. “Há, entretanto, uma diferença crucial entre esses transtornos e os que se manifestam nas pessoas que passam pela cirurgia: a motivação para tais comportamentos”, diz Adriano Segal, psiquiatra da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade (Abeso). “Esses pacientes desenvolvem um tipo de anorexia e de bulimia que ainda não foram descritos na literatura médica. Eles deixam de se alimentar não por uma percepção distorcida do próprio corpo, mas porque têm medo de voltar a engordar.” Apesar de sutil, essa distinção é essencial para que se criem métodos de tratamento específicos – tanto remédios como terapias – para os ex-obesos que sofrem de tais males.

Giuliana Bergamo

Fonte: http://veja.abril.com.br/

Ser ansioso e ter transtorno de ansiedade não são a mesma coisa: Entenda os sintomas

Os problemas cotidianos, a necessidade de constante atualização e profissionalização e as demandas das novas tecnologias são fatores associados ao aumento de sintomas de ansiedade nas pessoas.

Essa sensação faz parte do instinto humano de autopreservação e defesa, que prepara o corpo para a fuga ou o enfrentamento de uma situação difícil, aumentando os batimentos cardíacos, a frequência respiratória, economizando energia com diminuição da função intestinal e liberando glicose no sangue.

Quando esse sentimento se torna constante e exagerado, ocorrendo até mesmo em situações rotineiras simples, existe a possibilidade de que a pessoa tenha transtorno de ansiedade, uma doença que afeta cerca de 9,3% dos brasileiros, conforme dados da OMS.

Tipos de transtorno de ansiedade

De acordo com o Código Internacional de Doenças – CID 10, existem três tipos de transtornos de ansiedade, que podem ter diferentes subclassificações:

  •  Transtornos da ansiedade orgânicos: são os associados a uma doença, como câncer transtornos da tiroide, ou ao uso de substâncias.
  •  Transtornos emocionais com início na infância: ocorrem na primeira infância e a criança apresenta retraimento social, medo de pessoas, de interagir e medo de situações novas.
  • Outros transtornos ansiosos: as manifestaçõesocorrem sem uma situação específica, podendo ser cotidiana.

Principais sintomas

Apesar da existência de transtornos de ansiedade associados a diversas situações, existem sintomas comuns em todos eles, sendo os principais:

  • palpitações/ batimentos cardíacos acelerados;
  • suor;
  • medo;
  • irritabilidade;
  • insônia;
  • angústia constante;
  • dores musculares;
  • fome em excesso ou falta de apetite;
  • dificuldade para socializar.

Como diagnosticar?

O diagnóstico de transtornos de ansiedade deve ser realizado por um especialista, seja ele médico psiquiatra ou psicólogo.

É importante que, caso você ou alguém conhecido sinta que está constantemente ameaçado sem motivo aparente, com medo contínuo, angústia e outros sintomas, busque auxílio de um profissional, para identificar se possui algum transtorno ou não.

Tratamento

Como em todas as outras doenças psiquiátricas, o tratamento para o transtorno de ansiedade é realizado com medicamentos e terapias, sendo a cognitivo comportamental muito indicada para diversas situações, principalmente fobias.

Os remédios podem demorar um pouco para surtir efeitos e, no início, podem ter efeitos colaterais, além de que as doses, muitas vezes, precisam ser reajustadas, por isso o acompanhamento é fundamental.

Transtorno de ansiedade tem cura?

Na maioria dos casos os transtornos podem ser curados, mesmo que isso possa levar alguns anos. Entretanto, há os casos crônicos, nos quais não há cura, porém, tratamento.

Nessas situações, é importante que o paciente aprenda a conviver com a doença, compreenda seus sintomas, como ela ocorre, e adote hábitos de vida que auxiliem a diminuir o estresse e as preocupações, além de fazer acompanhamento constante.

A ansiedade é um sentimento comum para o ser humano, pois é uma reação necessária para enfrentar momentos de perigo.

Porém, se é contínua e atrapalha a vida da pessoa, pode configurar algum transtorno, que precisa ser diagnosticado e tratado.

Dessa forma, mesmo que o caso não seja de cura, será possível que o paciente tenha um cotidiano normal e desempenhe as mais variadas atividades do dia-a-dia com sucesso.