O transtorno bipolar e o seu tratamento adequado

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Nos dias de hoje, é comum ouvirmos comentários de que determinadas pessoas com muito ou pouco senso de humor possuem transtorno bipolar. Mas será que sabemos mesmo o que é esse transtorno?
O transtorno bipolar é uma psicopatologia que acarreta severas alterações no comportamento do indivíduo, levando-o a oscilar seu humor entre momentos de felicidade e tristeza, também chamados de “mania e depressão”, respectivamente. A frequência dessas alterações depende de pessoa para pessoa, assim como a intensidade.
A manifestação desse problema ocorre em decorrência de diversas variáveis psicossociais, havendo também uma grande influência da carga genética em seu desenvolvimento.
Ou seja, aquele que possuir parentes de primeiro grau com esse transtorno tem uma grande chance de também desenvolvê-lo.

Quais são os sintomas?

Os sintomas do transtorno bipolar costumam variar de indivíduo para indivíduo. Para alguns, o maior problema está no pico de mania, para outros, está na depressão.
No geral, fica-se um período de 20 dias em depressão e, após isso, alterna-se para outro período de 20 dias em estado de mania, intercalando esse quadro pelos meses seguintes.
A fase de mania é caracterizada pelos seguintes sintomas:

  • Compulsão alimentar;
  • Hiperatividade;
  • Excesso de autoestima;
  • Irritabilidade;
  • Pensamentos acelerados;
  • Redução do sono;

Por outro lado, fase de depressão é caracterizada por:

  • Desânimo ou tristeza;
  • Perda de apetite;
  • Fadiga;
  • Perda do interesse em atividades cotidianas;
  • Baixa autoestima;
  • Pensamentos suicidas;
  • Afastamento de atividades sociais;

Vemos, então, que o risco de suicídio em pessoas com o transtorno bipolar é grande. O abuso de álcool e de outras drogas também é comum nesse tipo de paciente, ajudando a piorar o quadro.


Como se dá o diagnóstico desse tratamento?

Fazer o diagnóstico desse tipo de transtorno é uma tarefa bastante difícil. Diversas vezes, o mesmo acaba sendo confundido com depressão, visto a oscilação de humor que ele acarreta.
Também há casos em que essa alteração é vista como uma coisa “normal”, relativa à personalidade da pessoa ou atribuída a outros fatores. Logo, a busca por um profissional capacitado acaba sendo muito importante no tratamento.
A maneira mais adequada de identificar a existência desse problema é a ida ao psiquiatra. Depois de o transtorno identificado e de iniciado o tratamento com medicamentos, o trabalho junto a um psicólogo se faz essencial para a evolução clínica do quadro.
Além disso, familiares e amigos são bastante importantes no tratamento. Neles, o paciente encontrará uma importante base para o crescimento emocional necessário para uma vida satisfatória.
Por mais que o contato com o psicólogo e o psiquiatra seja a principal parte do tratamento, a ajuda vinda de pessoas que estejam a nossa volta faz um grande diferencial no decorrer da caminhada.
Identificou-se com alguma característica falada nesse artigo? Conhece algum amigo ou familiar que passa por esse quadro? Entre em contato e conheça a Clínica PRISMA. Trabalhamos para trazer de volta a satisfação de viver de nossos pacientes. Marque hoje mesmo a sua consulta!

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